LAUDO TÉCNICO DE INFILTRAÇÃO

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Laudo Técnico de Infiltração


Elaboração de Laudo Técnico de Infiltração, com estudo detalhado das anomalias existentes, após ensaios termográficos, endoscopia e por scaner de parede, permitindo a verificação do estado de conservação da edificação e indicando as origens patológicas de todos os pontos de infiltração edificação, permitindo a indicação da solução adequada para o saneamento da percolação de água existente.

Principais anomalias e falhas


• Corrosão de tubulações hidráulicas em ferro galvanizado


As corrosões nas tubulações em ferro galvanizado podem ser externas e/ou internas, generalizadas ou por erosão.
As tubulações em ferro galvanizado, que foram largamente empregadas em edificações com mais de 25 anos, e ainda hoje são empregadas principalmente em tubulação de águas pluviais e esgotos nas edificações, têm uma vida útil estimada de, aproximadamente, 10 a 15 anos.


As corrosões externas se dão pelo desgaste da camada de galvanização. Esse desgaste pode ter causa originária na suplantação da idade útil da tubulação, falta de manutenção dos acabamentos de pintura que protegem a camada de galvanização contra agentes de deterioração, além de abrasões devido a procedimentos equivocados de limpeza ou mesmo impactos.


Já as corrosões internas, responsáveis por perda da sessão da tubulação, além de diminuição da sessão de trabalho dos tubos, causando perdas de vazão e aumentos de pressão, são causadas pela ação do próprio fluido, sendo: esgotos, águas pluviais e água potável.


Cabe destacar que nos esgotos existem compostos químicos agressivos, resultado de produtos de limpeza ou da própria constituição do esgoto, envolvendo produtos com base ácida ou de poder incrustante.


As águas pluviais, principalmente em ambientes urbanos, possuem pH ácidos e, as águas potáveis, adição de cloro a fim de manter padrões de potabilidade.


Além das possíveis composições que possam ter os fluidos, a própria ação do escoamento interno, provocam desgastes entendidos como naturais.


De qualquer forma, a corrosão interna de tubulações pode ser verificada pela simples observação da tonalidade das águas que saem pelas torneiras. Evidentemente, quando a corrosão interna está abrigada, ocorrem os vazamentos.

• Deformações em tubulações em PVC


É comum observar deformações excessivas em trechos longos de tubos de PVC, instalados junto aos tetos de subsolos, devido à falta da fixação adequada com fitas metálicas em trechos curtos.
Além destas deformações devido à má fixação dos tubos, há também ação dos raios ultravioleta e do calor sobre tubos aparentes em locais externos.


É recomendável que todas as tubulações em PVC estejam enterradas, envelopadas, pintadas, a fim de ter proteção contra a ação solar, além de impactos, o que pode provocar rupturas, deformações e vazamentos.


Em tubulações plásticas como é o caso das de PVC, podem ocorrer fadigas devido à existência de sobre pressões, como em tubulação de recalque. Neste caso, em projeto, são necessários prever dispositivos amortecedores desses esforços, a fim de garantir melhor desempenho e maior vida útil das tubulações.


Assim como as corrosões, as deformações excessivas caso vazamentos e rupturas.

• Vazamentos diversos em tubulações


Os vazamentos nas instalações hidráulicas podem ter suas causas relacionadas à inúmeras coisas, incluindo as citações acima, seguem algumas causas frequentes:


  1. Sub dimensionamento de coletores de águas pluviais incorrendo em transbordamento de calhas, alagamentos empoçamentos etc.;
  2. Falha na execução dos acoplamentos entre calhas, ralos ou grelhas e o seu condutor, incorrendo em vazamentos junto as tubulações de águas pluviais;
  3. Falta de limpeza de ralos calhas, grelhas e lajes de cobertura, causando entupimentos de coletores de águas pluviais, bem como falta de limpeza nas próprias caixas de passagens localizadas em subsolos ou térreos, causando a obstrução dos condutores;
  4. Falha na execução de soldas nos encaixes das conexões, vibrações internas das tubulações causadas pela pressão de água, podendo provocar a ruptura;
  5. Uso de materiais impróprios em reparos nas tubulações hidráulicas, como resinas base epóxi para o conserto de trincas;
  6. Emendas em trechos que foram substituídos com tubos de materiais diferentes, que possuem características em coeficientes de dilatação distintos, como por exemplo em emendas entre PVC e ferro galvanizado;
  7. Lançamento de água quente com temperaturas acima de 50 °C em tubulações de esgoto de PVC;
  8. Uso de instrumentos pontiagudos para proceder ao desentupimento de tubulações, incorrendo na ruptura do tubo.

• Deterioração das tampas de reservatórios de água


Em diversas edificações, as tampas dos reservatórios de água não atendem aos requisitos mínimos determinados na ABNT NBR 5.626 - Instalações Prediais de Água Fria. Segundo essa norma, os reservatórios devem ser estanques, com tampa ou porta de acesso firmemente presa, com vedação que impeça a entrada de líquidos, poeiras, insetos e outros animais no seu interior.


Sendo assim, é necessário a instalação de tampas que permitam a isolamento do reservatório, no tocante a entrada de águas pluviais, por exemplo, em coberturas de edifícios. Também não é adequado que essas tampas sejam fabricadas com materiais que sofram deterioração precoce por ação da água.

• Reservatórios de água apoiados diretamente sobre o solo ou enterrados


Para reservatórios com essa condição construtiva, muito utilizada antes de 1998, observa se que aspectos de vazamentos, ou problemas de deficiências no sistema de impermeabilização, são graves, tendo em vista que poderá haver contaminação da água devido à presença de lençol freático ou vazamentos em tubulações de esgoto próximos.


Além dos aspectos de contaminação e, obviamente deterioração das paredes do reservatório, há aspectos relacionados à solapamentos de solos adjacentes, podendo haver consequências danosas a estabilidade estrutural da edificação ou do próprio reservatório.


Cabe ressaltar que a partir de 1998, não é mais permitido que os reservatórios inferiores sejam apoiados diretamente sobre o solo ou enterrados, devendo haver estrutura com afastamento mínimo de 60 cm em todas as paredes e lajes de fundo.

• Presença de tubulações de esgoto dentro de reservatórios de água


É proibida a passagem de tubulações de esgoto ou mesmo de águas pluviais dentro de reservatórios, sendo que essa situação incorre em risco iminente de contaminação da água.
Assim como não deve haver passagem de tubulações de esgoto ou águas pluviais dentro de reservatórios, também não é permitida a interligação entre essas tubulações.

• Falta de pintura nas tubulações ou falta de repintura


É comum a falta de pintura de sinalização e proteção nas tubulações hidráulicas.
Observa se que em caso de tubulações de ferro galvanizado, a pintura deve contribuir em caráter preventivo contra a corrosão, observando os parâmetros de tipos de tinta, fundos para aderência, fundos anticorrosivos etc.


Em edificações que procedam ao reuso da água de lavagem, águas pluviais e etc, essas tubulações deverão ter expressamente as suas pinturas e a informação, água não potável.




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